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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A lei do menor , o pecado e o amor


( Lei / pecado) “A lei gera o pecado e alimenta- se dele”  

(Lei / Amor) “ nesse caso, um não é o surgimento do outro” 


As frases acima são de Slavoj Zizek, que analisa  São Paulo em- Romanos 7 veja trecho do apostolo abaixo: Livro: Vivendo no fim dos tempos / Boitempo /p.83

“18 Estou ciente que o bem não habita em mim,
isto é, na minha carne. Pois eu tenho capacidade de querer o bem,

mas não de realizá-lo. 19 Com efeito, não faço o bem que quero,
mas faço o mal que não quero. 20 Ora, se faço aquilo que não quero,
então já não sou eu que estou agindo, mas o pecado que habita em mim. (...)”

Depois de refletirmos nesse assunto, vejamos a origem da Lei do Menor a partir de um site famoso por sua forma de construção do conhecimento:




Aquilo que teve origem em 1959 com a Declaração Universal dos Direitos da Criança, no Brasil se tornou parte do Estatuto do Menor e do Adolescente, uma Lei que deve ser cumprida na sociedade e na escola, mas como menciona Slavoj ZizeK, apenas o amor será capaz de compartilhar junto a lei, caso contrário,  escola e a sociedade podem tornar-se num caos total . 

Livros de Joaquim Luiz Nogueira
http://livros.mundopositivo.com.br/catalog/product/view/id/10932/s/saiba-como-obter-sucesso-em-contextos-sociais-diferentes-joaquim-luiz-nogueira-ebook/category/130/



sábado, 8 de setembro de 2012

Leitura de Contextos; uma busca de muitas pessoas



    Entre tantas outras pessoas que se interessam pela leitura, no livro  "Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferente", o autor Joaquim Luiz Nogueira, descreve que: “...é possível criar contextos que podem favorecer nossos espaços individuais e coletivos, assim como as nossas decisões.” 

    Este livro levou o autor para um segundo título: “Saiba como as experiências favorecem o sucesso profissional” cuja jornada incorporou aos contextos sociais temas como a construção da felicidade e o papel das fantasias em nossas ações.

   Toda essa discussão fez com que o autor se concentrasse em um terceiro livro, obra ainda em andamento, sobre o papel decisivo dos contextos motivadores e sua ligação com o sucesso profissional, social, familiar, afetivo e outros.
   Nesse sentido, O autor já está pesquisando as seguintes questões para um futuro título:
- Há como viver em mais que um mundo?
- Temos orientações além de nossos corpos?
- Contextos mentais se alimentam em fontes invisíveis?
- A física quântica está descobrindo novas matérias que participam da criação de contextos?
- O homem mergulha cada vez mais na exploração de seu próprio corpo, aproximando-se do masoquismo?
- Caminhamos para um tempo de lideranças midiáticas, cujo centro das políticas torna-se desconhecido para a maioria?
- A opção pessoal de escolha continuará a existir para todos?
- O mundo do filme  Matrix   tem um paralelo com a liberação das drogas?    


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Reflexões sobre a diversidade e a educação


Prof. Joaquim Luiz Nogueira  

      Algumas frases e palavras fazem parte dos discursos políticos e pedagógicos em textos que buscam alternativas para educação brasileira. Vejamos alguns exemplos: cultura de paz, universalização do ensino, escola eficaz, direitos humanos, mercado, recuperação da aprendizagem e reciclagem. 
    Vamos começar com as palavras de Slavoj Zizek sobre a ideia de reciclagem “O ideal da reciclagem envolve a utopia de um circulo fechado completo, em que todo descarte, todo resto inútil, é suprassumido; nada é perdido, todo lixo é reutilizado”   
    Para o pensador esloveno, esse ideal não significa admirar e sonhar com uma natureza primitiva de florestas virgens e céu limpo, mas aceitar o lixo como tal , descobrir o potencial estético do lixo. Dessa maneira, Zizek, também faz um paralelo com o mercado, cujo lema é (...) aceitar as pessoas como são (...) Aqui o mercado é exemplar: a natureza humana é egoísta, não há como mudá-la; o que é necessário é um mecanismo que faça os vícios privados trabalharem pelo bem comum.
     A escola como trabalho  coletivo em busca do conhecimento, luta para incorporar as tendências tecnológicas a serviço de melhorias da aprendizagem, pois, não podemos negar que a leitura das telas dos equipamentos eletrônicos na sala de aula, principalmente o celular, que mesmo vetado pelas escolas, continuam a produzir escrita conhecidas como torpedos.
   Embora as intenções de professores e alunos sejam conflituosas na sala de aula, sendo que uma restringe a outra, todos permanecem no espaço escolar, pois sobre ambos exercem outras leis coercivas que estabelecem sobre ambos “certa convivência” pela necessidade de ficarem ali.  
    Nesse aspecto, Zizek  evoca as palavras de Benjamim Constant que diz: “ Tudo é moral nos indivíduos, mas tudo é físico nas multidões, todos são livres como indivíduos, mas são apenas engrenagens de uma máquina quando estão na multidão”.
   Será que estamos dentro da Matrix (filme)? Ou somos avatares? Mas também podemos estar em estados semelhantes aqueles do filme Surreal. De um lado vemos famílias  estimularem seus filhos para a busca dos melhores empregos no mercado e por outro lado o compromisso de todos com os mais vulneráveis da sociedade, evitando que caiam no mundo do crime e das drogas.
   Segundo Slavj Zizek, “ (...) estamos numa nova era, em que ambos os aspectos podem se combinar: personagens como Bill Gates posam de radicais do mercado e filantropos multiculturalistas”.
Fonte: Slavoj Zizek, pg.48-50/ Vivendo no fim dos tempos/ Boitempo.
Para Livros de Joaquim Luiz Nogueira / acesse link abaixo:

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Cento e vinte atribuições de um Diretor de Escola

Cento e vinte atribuições de um Diretor de Escola  e mais algumas 


Prof. Joaquim Luiz Nogueira


As atividades específicas que devem ser  cumpridas pelo diretor da escola pública do Sistema Oficial de Ensino do Estado de São Paulo, segundo a tese ( Mestrado) de: MARAISA PRISCILA SAMUEL DA SILVA  “A RE-CONFIGURAÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR ESCOLAR COM A INSTAURAÇÃO DO REGIME DE GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA” 2011 Marília – SP e outras atribuições que a cada ano vai sendo acrescentadas ao cargo  de Diretor de Escola. 


1 – Administrar a Merenda Escolar: ações, estoques, quantidade,  qualidade;
5 – Aprovar o Plano Escolar e encaminhá-lo à Diretoria de Ensino para  homologação;
6 – Aprovar regulamentos e estatutos de outras instituições auxiliares  que operem no estabelecimento, e enviar à Diretoria de ensino para homologação;
7 – Apurar, ou fazer apurar, preliminarmente irregularidades de que venha a tomar conhecimento;
8 – Assegurar o cumprimento da legislação em vigor bem como dos regulamentos, diretrizes e normas emanadas da administração superior;
9 – Comunicar à autoridade imediata as irregularidades de que tiver  conhecimento, na sua área de atuação, ou às autoridades superiores  no caso de omissão por parte da primeira;
10 – Conferir os certificados de conclusão da Educação Básica;
11 – Controlar a frequência diária dos servidores subordinados (‘livro ponto’) e atestar a frequência  mensal;
12 – Convocar e presidir reuniões do Conselho de Escola e do pessoal  subordinado;
13 – Convocar pessoal docente para optar por jornada de trabalho nos  termos da legislação pertinente;
14 – Cumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos, as decisões, os  prazos para o desenvolvimento dos trabalhos e as ordens das autoridades superiores;
15 – Decidir quanto a questões de emergências ou omissas no regimento ou nas disposições legais, representando às autoridades superiores;
16 – Decidir sobre petições, recursos e processos de sua aera de competência, ou remetê-los, devidamente informados, a quem tem direito, nos prazos legais, quando for o caso;
17 – Decidir sobre recursos interpostos por alunos ou seus responsáveis, relativos à verificação do rendimento escolar;
18 – Delegar competência e atribuições a seus subordinados, assim como designar comissões para execução de tarefas especiais;
19 – Distribuir os serviços, orientando e acompanhando as atividades dos seus subordinados;
20 – Elaborar o Relatório anual da escola, ou coordenar sua  elaboração, encaminhando-o à Diretoria de Ensino;
21 – Encaminhar os estatutos de Pais e Mestres para registro;
22 – Incentivar a participação, o diálogo e a cooperação entre educandos, demais educadores e a comunidade em geral, visando à construção de uma sociedade democrática;
23 – Manter informados todos os professores e servidores da Unidade Escolar das suas atribuições e competências;
24 – Participar do Conselho de escola, dos Conselhos de Classe e Série, e das Horas de Trabalho Pedagógico Coletivas  (HTPC);
25 – Promover a integração escola-família-comunidade:
a) Assegurando a participação da escola em atividades cívicas, culturais, sociais e desportivas da comunidade;
b) Proporcionando condições para a integração família-escola
c) Proporcionando condições para a participação de órgãos e entidades públicas e privadas de caráter cultural, educativo, assistencial bem como de elementos da comunidade nas programações da escola;
d) Informando sobre a aplicação e o controle de todas as verbas recebidas pela Unidade Escolar;
26 – Submeter à apreciação do Conselho de escola matéria pertinente  à deliberação do colegiado;
27  – Aplicar penalidade de repreensão e suspensão, limitada a 6 (seis) dias, aos alunos da escola;
28 – Assinar, juntamente com o Secretário, todos os documentos  relativos à vida escolar dos alunos;
29 – Autorizar matrícula e transferência de alunos;
30 – Comparecer ao local de trabalho com assiduidade e pontualidade, executando suas tarefas com eficiência, zelo e presteza;
31 – Comunicar o falecimento de servidor público subordinado;
32 – Comunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus-tratos  envolvendo alunos (menores), assim como os casos de evasão escolar e de reiteradas faltas, antes que estas atinjam o limite de 25% das aulas previstas e dadas;
33 – Conhecer e respeitar as leis;
34 – Cumprir os dias e horas de trabalho estabelecidos;
35 – Estabelecer o horário de aulas e de expediente da Secretaria e da Biblioteca;
36 – Estimular o desenvolvimento profissional dos servidores subordinados;
37 – Exigir prova de recolhimento da contribuição ao IPESP nos casos  de afastamento sem remuneração;
38 – Expedir as determinações necessárias à manutenção da regularidade dos serviços;
39 – Expedir autorização para uso do prédio ou das dependências  escolares, de acordo com a legislação, na impossibilidade de o  Conselho de Escola o fazer;
40 – Fornecer elementos para a permanente atualização de seus  assentamentos, junto aos órgãos da administração;
41 – Garantir a disciplina de funcionamento da organização;
42 – Instruir processos e expedientes que devam ser submetidos à  consideração superior;
43 – Manter a legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos;
44 – Manter ambiente propício ao desenvolvimento dos trabalhos;
45 – Manter conduta moral e funcional adequada à dignidade  profissional;
46 – manter espírito de cooperação e solidariedade com a equipe escolar e a comunidade em geral;
47 – Organizar e coordenar as atividades de natureza assistencial;
48 – Participar das atividades educacionais que lhe forem atribuídas por força de suas funções;
49 – Preservar os princípios, os ideais e fins da Educação Brasileira, através de seu desempenho profissional;
50 – Presidir solenidades e cerimônias da escola;
51 – Propor, quando for o caso, modificações nos horários de trabalho dos funcionários e servidores;
52 – Representar a escola em atos oficiais e atividades da comunidade;
53 – Solicitar, quando for o caso, a instauração de inquérito policial;
54 – Transmitir a seus subordinados a estratégia a ser adotada no desenvolvimento dos trabalhos;
55 – Zelar3 – Aplicar penalidade de repreensão e suspensão, limitada a 6 (seis) dias, aos alunos da escola;
56 – Assinar, juntamente com o Secretário, todos os documentos relativos à vida escolar dos alunos;
57– Autorizar matrícula e transferência de alunos;
58 – Comparecer ao local de trabalho com assiduidade e  pontualidade, executando suas tarefas com eficiência, zelo e presteza;
59 – Comunicar o falecimento de servidor público subordinado;
60 – Comunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus-tratos  envolvendo alunos (menores), assim como os casos de evasão  escolar e de reiteradas faltas, antes que estas atinjam o limite de 25% das aulas previstas e dadas;
61 – Conhecer e respeitar as leis;
62 – Cumprir os dias e horas de trabalho estabelecidos;
63  – Estabelecer o horário de aulas e de expediente da Secretaria e da Biblioteca;
64 – Estimular o desenvolvimento profissional dos servidores subordinados;
65 – Exigir prova de recolhimento da contribuição ao IPESP nos casos de afastamento sem remuneração;
66  – Expedir as determinações necessárias à manutenção da  regularidade dos serviços;
67  – Expedir autorização para uso do prédio ou das dependências  escolares, de acordo com a legislação, na impossibilidade de o Conselho de Escola o fazer;
68 – Fornecer elementos para a permanente atualização de seus  assentamentos, junto aos órgãos da administração;
69 – Garantir a disciplina de funcionamento da organização;
70 – Instruir processos e expedientes que devam ser submetidos à consideração superior;
71 – Manter a legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos;
72 – Manter ambiente propício ao desenvolvimento dos trabalhos;
73 – Manter conduta moral e funcional adequada à dignidade  profissional;
74 – manter espírito de cooperação e solidariedade com a equipe  escolar e a comunidade em geral;
75 – Organizar e coordenar as atividades de natureza assistencial;
76 – Participar das atividades educacionais que lhe forem atribuídas por força de suas funções;
77 – Preservar os princípios, os ideais e fins da Educação Brasileira, através de seu desempenho profissional;
78 – Presidir solenidades e cerimônias da escola;
79 – Propor, quando for o caso, modificações nos horários de trabalho dos funcionários e servidores;
80 – Representar a escola em atos oficiais e atividades da comunidade;
81 – Solicitar, quando for o caso, a instauração de inquérito policial;
82 – Transmitir a seus subordinados a estratégia a ser adotada no desenvolvimento dos trabalhos;
83 – Zelar pela defesa dos seus direitos profissionais e pela reputação da sua categoria profissional (CADERNOS UDEMO 08, 2006). pela defesa dos seus direitos profissionais e pela reputação da sua categoria profissional (CADERNOS UDEMO 08, 2006).
84 – Subsidiar o planejamento educacional:
a) Prevendo os recursos físicos, materiais, humanos e financeiros para
atender às necessidades da escola à curto, médio e longo prazo;
b) Responsabilizando-se pela atualização, exatidão, sistematização e fluxo dos dados necessários ao planejamento do sistema escolar;
c) Verificando sistematicamente os diários de classe;
85 – Subsidiar os profissionais da escola, em especial os representantes dos diferentes colegiados, no tocante às normas vigentes, e representar aos órgãos superiores da administração, sempre que houver decisão em desacordo com a legislação (CADERNOS UDEMO 08, 2006).
86 – aprovar a escala de férias dos servidores da escola;
87 – autorizar a retirada de servidor durante o expediente;
88 – Autorizar o gozo de férias regulamentares;
89 – Autorizar, e mandar publicar, o gozo de licença-prêmio;
90 – Avaliar, quando for o caso, o mérito e o desempenho de funcionários que lhe são mediata e imediatamente subordinados;
91 – Avocar, de modo geral e em casos especiais, as atribuições e competências de qualquer servidor subordinado;
92 – Conceder licença a servidor à vista do competente parecer do  Departamento Médico do Serviço Civil do Estado: à servidora gestante; compulsoriamente, como medida profilática; para tratamento de saúde; por motivo de doença de pessoa da família; quando acidentado no exercício de suas atribuições ou atacado de doença profissional;
93 – Conceder licença a servidor para atender às obrigações relativas ao serviço militar;
94 – Conceder período de trânsito;
95 – Dar posse e exercício a servidores classificados na escola;
96 – Decidir, atendendo as limitações legais, sobre os pedidos de  abono ou justificação de faltas;
97 – Conceder prorrogação de prazo para posse e exercício de  servidores observadas as disposições específicas da legislação em  vigor;
98 – Designar docente da escola para o posto de Professor  Coordenador Pedagógico;
99 – Expedir ato decisório de acúmulo de cargos;
100 – Indicar docentes para o trabalho de Vice-Diretor;
101 – Indicar funcionário ou servidor para a zeladoria da escola;
102 – Indicar servidor para receber as verbas de material de consumo e  despesas de pronto pagamento, e controlar sua aplicação (CADERNOS UDEMO 08, 2006).
103 – Administrar o pessoal e os recursos materiais e financeiros da escola;
104 – Autorizar a requisição de material permanente e de consumo;
105  – Promover o contínuo aperfeiçoamento dos recursos humanos, físicos e materiais da escola;
106 – Propor a criação de novas classes, observados os critérios estabelecidos pela administração superior;
107 – Zelar pela manutenção, reparos e conservação dos bens patrimoniais (CADERNOS UDEMO 08, 2006).
108 – Assegurar o desenvolvimento do senso crítico e da consciência  política do educando;
109 – Assegurar os meios para o reforço e a recuperação da  aprendizagem dos alunos;
110 – Atribuir classes e aulas aos professores da escola, nos termos da legislação;
111 – Considerar os princípios psico-pedagógicos , a realidade sócio-econômica da clientela escolar e as diretrizes da Política Educacional na escolha e utilização de materiais, procedimentos didáticos e instrumentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem;
112 – Criar condições e estimular experiências para o aprimoramento  do processo educativo;
113 – Definir a linha de ação a ser adotada pela escola, observadas as  diretrizes da administração superior;
114 – Elaborar (com o Conselho de Escola) e executar a proposta pedagógica da escola;
115 – Empenhar-se em prol do desenvolvimento do aluno, utilizando processos que acompanhem o progresso científico da educação;
116 – Impedir que o aluno deixe de participar das atividades escolares,  em razão de qualquer carência material;
117 – Informar os pais ou responsáveis sobre a frequência  e o  rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica;
118 – Organizar as atividades de planejamento no âmbito da escola:
a) Assegurando a compatibilização do Plano Escolar com o Plano Setorial de educação;
b) Coordenando a elaboração do Plano escolar;
c) Superintendendo o acompanhamento, avaliação e controle da execução do plano Escolar;
119 – Participar do processo de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares;
120 – Respeitar o aluno como sujeito do processo educativo e  comprometer-se com a eficácia de seu aprendizado (CADERNOS  UDEMO 08, 2006).

121 - A Direção será responsável pela observação de vestígio de roedores/insetos, controle e verificação periódicas dos locais tratados  (Oficio Circular CEPAE n 12/2014)
122 - A direção deverá contratar uma Empresa especializada na aplicação dos produtos químicos, este serviço não poderá ser efetuado em hipótese alguma por um funcionário da unidade escolar (Oficio Circular CEPAE n 12/2014)
123 - Orientar e supervisionar o registro e a inserção dos dados e informações, sob responsabilidade dos docentes e do Gerente de Organização Escolar - GOE ou, na inexistência de função classificada, do servidor integrante do QAE/QSE indicado, pelo Diretor de Escola, para essa atribuição; b) validar as informações e os dados inseridos, quando as regras de funcionamento da plataforma assim o exigirem;  RESOLUÇÃO-SE-36,-DE-25-5-2016
124 - Assegurar que os dados de frequência e os resultados de avaliações internas bimestrais e finais dos alunos estejam sistematicamente disponibilizados, no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis, contados a partir da data de encerramento do bimestre, para viabilizar a consulta on line das notas e da frequência dos alunos, por meio do Boletim Escolar do Aluno, e/ou a entrega do boletim impresso, aos pais/responsáveis; RESOLUÇÃO-SE-36,-DE-25-5-2016
125 -Aprovar as matrizes curriculares referentes a níveis, modalidades e tipos de ensino oferecidos pela unidade escolar; RESOLUÇÃO-SE-36,-DE-25-5-2016
126 -Orientar e aprovar a inserção e/ou alteração de eventos no Calendário Escolar efetivada(s) pelo Gerente de Organização Escolar - GOE ou pelo servidor integrante do QAE/QSE indicado; RESOLUÇÃO-SE-36,-DE-25-5-2016

127 - I - ao Diretor de Escola: Resolução SE 40, de 3 -6- 2016/Foco Aprendizagem
a) divulgar amplamente junto à comunidade escolar as possibilidades do uso pedagógico dos dados disponibilizados pela Plataforma, dando ciência aos interessados dos resultados obtidos nas avaliações externas e internas dos alunos;
b) viabilizar acesso à Plataforma, aos recursos tecnológicos e aos dados de acesso para a equipe escolar;
c) analisar os indicadores à vista dos objetivos da proposta pedagógica da escola, propondo ações de intervenção, quando for o caso;

128 - Verificar vazamentos de água no relógio todos os dias antes de abrir o prédio e tomar as devidas providências se houver movimento dos ponteiros do marcador; 
129 - Observar água parada no entorno do prédio e calhas em nome da vigilância sanitária do Município na campanha contra Dengue; 






terça-feira, 17 de julho de 2012

Ser professor: uma luta por liberdade


      Eu sou Professor!  Nas condições que lutamos, talvez tenhamos que pensar muito sobre as razões do porque continuamos nessa profissão, pois vários alunos e pais parecem concordar que em algumas turmas, estamos mais próximos de “babás de luxo” do que alguém que está ali para ensinar conteúdos científicos.
   Para refletirmos sobre nossa profissão vejamos como Slavoj Zizek, descreve em seu livro* a seguinte mensagem do filme Spartacus de Stanley Kubrick:
“O pirata pergunta francamente a Espártaco se ele sabe que a revolta dos escravos está condenada, e que mais cedo ou mais tarde os rebeldes serão esmagados pelo exército romano; também pergunta o que ele faria se admitisse que a derrota dos escravos é inevitável: ele continuaria a lutar até o fim?”  
  Nesse sentido, sabemos que trabalhar em salas com mais de 35 alunos exigem dos mestres habilidades e competências que somadas as jornadas duplas ou triplas parece que a vitória também está condenada e que mais cedo ou mais tarde, o professor estará de licença médica; também podemos perguntar ao docente o que ele faria se admitisse que no ritmo citado acima a perca de sua saúde é inevitável: ele continuaria a lutar até o fim?
    Na descrição do filme por Zizek, “a resposta de Espártaco é afirmativa: a luta não é apenas uma tentativa pragmática de melhorar a condição dos escravos, é uma rebelião baseada em princípios, em nome da liberdade; assim, mesmo que sejam vencidos e mortos, a luta não será em vão, porque estarão afirmando seu compromisso incondicional com a liberdade – a tentativa,, a própria ação, já é um sucesso, uma vez que ilustra a ideia imortal de liberdade”.
    No caso dos professores, é possível que tenham também muitas respostas afirmativas: a luta não é apenas uma tentativa de formalidades para melhorar a condição dos docentes, é uma resistência baseada em princípios, em nome daquilo em que acreditamos; assim, mesmo que sejam estressados, trêmulos, fadigados e sem voz, a luta não será em vão, porque estarão afirmando seus compromissos com a honestidade e o exemplo do trabalho com ideais elevados – cuja tentativa de suas ações em sala de aula, já é um acontecimento, uma vez que esclarece e aponta os caminhos da liberdade.

http://www.youtube.com/watch?v=eZnX7EXOkcY  Clicar para ver a cena do filme Spartacus
* Slavoj Zizek – Vivendo no fim dos tempos pg. 16
                           Joaquim Luiz Nogueira 
Autor  dos livros:
    Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferentes  http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3536279
Saiba como as experiências favorecem o  Sucesso  profissional
http://www.livrariabarauna.com.br/down15/SaibaComoAsExperiencias15.pdf


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Vivendo numa bolha




      É possível que cada indivíduo, possa lembrar-se de momentos, cujos sentidos foram conectados a algo tão significativo, que provocou certo apagão na relação entre contexto e realidade, mesmo que por alguns segundos.  

      Esses pequenos pontos capazes de sugar toda nossa atenção, isto é, nos envolver numa soma de valores e que ao avaliarmos como muito importante, automaticamente, conectou a essa outra dimensão.

      Talvez, possamos aproximar dessas imagens que presenciamos em sonhos, cuja sequência da leitura é constantemente interrompida por mecanismos alheios a história onírica. E uma vez acordado não temos informações de como mergulhamos naquele universo, nem como voltaremos em tal ponto desejado.

    Desse modo, cada vez que nos conectamos com algo significativo, tendemos a movimentar o corpo de forma que possamos prolongar tal campo na consciência, evitando o contato dessa frágil bolha com a realidade em que vivemos.

     Sendo assim, não pergunte aquele que encontrou uma maneira de passar a maioria de seu tempo navegando numa bolha se ela existe? Apenas observe sua felicidade ao compartilhar com aquilo que estrutura todas as suas ações.


Joaquim Luiz Nogueira  
Autor  dos livros: 
    Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferentes  http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3536279 
Saiba como as experiências favorecem o  Sucesso  profissional


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Rumos da escola em momentos decisivos


                                                                                               Prof. Joaquim Luiz Nogueira


     Em termos de educação, estamos caminhando em águas nunca antes navegadas, oceanos desconhecidos, que alternam tempestades e calmarias dentro dos espaços escolares. São momentos que cobram muita experiência dos líderes nas interpretações dos fatos e nas ações que definem rumos ou rotas alternativas.
       Definir rumos no interior das escolas significa no mínimo reflexão, ou seja, sem olhar o horizonte problemático e tentar ver todas as possibilidades, antes do encaminhamento de uma orientação definitiva, pode significar a ruína da tripulação. A visão de quem comanda a família, a sala de aula, a escola ou outras instituições não deve ser algo de fácil entendimento, pois é o fruto de experiências complexas, talvez nunca compartilhada, mas compreendida  apenas por outros que já passaram diante de situações semelhantes.
     O instante vivido atualmente pela sociedade desperta a necessidade de arriscar em pesquisa, iniciativas e aventuras. E se os mestres experientes não buscam saídas novas, outras interpretações do mesmo, novas teorias ou descobertas, os jovens e adolescentes tentam a sua maneira, isto é, com muita vontade, mas sem a experiência.
    Ao projetarmos no presente o que se espera do futuro, saída encontrada pelas principais mídias populares, isto é, afirmam a intenção final como verdade ou estabelecem ideias pensando apenas no furo da reportagem, assim, apontam soluções sem a preocupação da investigação das consequências das mesmas no presente.
     A sociedade do futuro será formada para atender as necessidades daqueles que no momento atual buscam transformações e soluções para os problemas que os angustiam hoje. No futuro haverá outras necessidades, com outras preocupações, que possivelmente não temos muito que fazer no presente, mas podemos simular  horizontes possíveis num futuro próximo:
- Que governantes teremos: Global?  Imperial? Ditatorial? Milícias? Traficantes? Teocráticos? Olho por olho e dente por dente?
- Quais os empregos que permanecerão?   
- Quem defenderá os pobres e humildes? 
- Haverá acesso ao conhecimento para todos?
- Haverá alimentos suficientes para todos?
- Que tipo de escola terá no futuro?   
Obs. As respostas estão nas mãos de quem comanda hoje. Vamos pensar nisso.
Fonte de imagem: http://stravaganzastravaganza.blogspot.com.br/2011/02/alimentacao-nas-viagens-de.html
Livros do autor:

domingo, 13 de maio de 2012

Os rumos de uma sociedade mergulhada na artificialidade



   Prof. Joaquim Luiz Nogueira

   As pessoas enxergam o mundo ou a sociedade e até mesmo a escola como algo equilibrado, mas que, se não atuarmos corretamente, tem alguém que pode desequilibrar. Esse é um problema, isto é, pensar que a sociedade é alguma coisa harmoniosa ou tranquila e que devemos gerar mentes sob controle, desde que as mesmas não sejam perturbadas ao longo do trabalho  de formação, seja ele, professor, político,  médico, advogado ou  outros.
    E para prosseguir nesse sentido imaginado, será necessário combater os degenerados ou as novas tecnologias, assim por diante. A briga parece ser por controle do espaço social, quando sabemos que nem os ditos rebeldes ou os chamados conservadores da lei e da ordem determinam futuro.
   Se perguntarmos como as sociedades se modificaram nos últimos milênios, a resposta seria a partir de algumas descrições de homens que tiveram a coragem para mudar pensamentos com ações revolucionárias, mas também por atos violentos e terroristas, mas também, de ações daqueles homens que sobraram após grandes batalhas.
   Se imaginarmos por quantas vezes sociedades inteiras foram destruídas em nome de certos apegos. Temos de recordar tais acontecimentos para refletirmos sobre a defesa de valores inquestionáveis no passado e que em razão  dos mesmos, muitas guerras forma deflagradas.
      A defesa de valores inquestionáveis em qualquer época, ou seja, aqueles que não podem ser contrariados levaram as catástrofes do passado e continuam sendo os principais motivos da violência na atualidade. Os valores continuam significando as razões para a existência de muitas famílias, escolas e de outras instituições conservadoras.
    O pensamento conservador continua constituindo a consciência nas instituições, entre elas a escola, que delimitam fronteiras invisíveis para os comportamentos, assim como para vestuários e objetos que podem adentrar em seus espaços. A ordem seria, não desorganize o modo em que estamos funcionando a séculos: não ande na classe; fique em silêncio para ouvir o mestre; obedeça todas as ordens dessa instituição e outras semelhantes.
    Desconfiar de qualquer atitude diferente torna-se o centro das sociedades ditas modernas, que sem se dar conta de quanto somos parte da mesma humanidade e que significamos perigo. Sabemos de tudo isso, mas nos fechamos em visões idealizadas. Vidas imaginadas como seguras ao ignorarmos outras possibilidades, isto é, preferimos não pensarmos de forma  negativa.
         Devemos romper com essa lógica maniqueísta dos bons contra os malvados, fruto espontâneo de nossa natureza. E  fincarmos nossas ações na artificialidade, ou seja, valorizar a construção mais abstrata, aquela  que resulta do materialismo. Talvez, considerar as imagens idealizadas em técnicas avançadas da tecnologia moderna para uma vida em 3D, isto é, uma realidade que possa ser vivida sem perigos para o corpo.
     E nesse universo, podemos recriar a beleza e quem sabe, a sociedade poética, ecológica, democrática e assim por diante. A ideia seria o aprofundamento em questões de realizações artificiais, e quem sabe se quando olharmos para a realidade, teremos uma visão de consciência elevada, que veja soluções onde não existam. 


quinta-feira, 10 de maio de 2012

A visão estratégica da aranha


 Prof. Joaquim Luiz Nogueira


       Para aproveitar todo o espaço, sua metodologia de trabalho se inicia com o reconhecimento do local, isto é, altura do solo, formato da teia e o que deseja capturar. Todas essas estratégias são traçadas  com antecedência e a cada círculo fixado, o aracnídeo sente a necessidade de fazer outro e outro.
      Depois de finalizada sua armadilha no silêncio da noite, já que o elemento surpresa é sua principal aposta para o êxito, alguns contratempos podem ocorrer, tais como, gotas de orvalho que possam se agarrar nos fios e sinalizar perigo para os desavisados, assim como, o voo de  pássaros,  mais também,  mamíferos que possam cruzar o local e acabar com todo o seu esforço.
      Tais contratempos são respondidos pela persistência, que a cada furo ou buraco em sua estratégia, de forma instintiva, todo seu sistema nervoso é mobilizado para corrigir a falha ou mudar a estratégia, mais nunca para tentar matar o pássaro ou o mamífero, que destruiu sua maneira de sobreviver. 
        A aranha começa do zero quantas vezes precisar ou enquanto  sua vida pulsar. Ela não tenta mudar seu corpo e nem  a  matéria prima para sua construção, porém, sua força, coragem, iniciativa e persistência nos provocam algumas reflexões:
- Porquê na maioria das vezes que seu trabalho foi destruído, sua ação era de consertar imediatamente o buraco, sem abandonar a teia? Talvez, em sua percepção aracnídea, já estava previsto que seu sucesso dependia da luta contra os imprevistos.

    Tudo indica que a aranha sabe o quanto é difícil sobreviver em meio à natureza, pois seu corpo é fraco em relação às tempestades, sem contar outras criaturas que ignoram seu modo de viver. E para enfrentar aquilo que não tem como mudar, sua estratégia foi tornar-se flexível:
-  Se a tempestade é maior que sua força, ela se deixa levar para ouros espaços e aproveita para conhecer novos problemas; 
-  Se animais ou pássaros rasgam sua teia, o conserto já estava previsto; 
- Caso, um inseto venenoso venha cair em sua armadilha, ela está preparada para reconhecer e isolar o perigo, pois sua teia pode ser cortada e reconstruída;
- se o alimento não chega, ela tem reservas para esperar dias melhores;
Conclusão
        A aranha não trabalha contra forças que não pode vencer. Ela se adapta rapidamente aos problemas, tendo como agir de forma precisa, isto é, faz o que é necessário naquele momento. Após muitos registros, ela decide se deve ou não mudar o lugar de sua armadilha.
      A flexibilidade de sua metodologia ajuda na sobrevivência, pois, se ela tentasse enfrentar fisicamente seus inimigos, sua vida seria muito breve na natureza. Desse modo, primeiro a aranha percebe o peso daquilo que invadiu o seu espaço e decide entre ficar observando, atacar ou até mesmo correr.  
      A sobrevivência do aracnídeo  depende da força que tem para reconstruir quantas vezes for preciso. Enquanto lhe restar vida, sua forma de existência lhe exigirá iniciativa, persistência e flexibilidade.  

domingo, 1 de abril de 2012

Além da realidade - Joaquim Luiz Nogueira


R I C H A R D D AW K I N S no livro “A magia da realidade” toca em um tema muito importante para reflexão nos dias de hoje, isto é, o que é realidade? E ao ver a imagem acima, lembro imediatamente das aulas de semiótica psicanalítica, cujo o ilustríssimo Professor Doutor Oscar Cesarotto , Narrador do realismo mágico urbano, Criador da arte conceitual decorativa, Teórico da clínica da cultura e autor de 10 livros, assim que chegou em uma das aulas do ano de 2007, fez a seguinte pergunta: Qual é a diferença entre a imagem de um ácaro na mídia e os duendes?
A questão provocou surpresa entre os alunos, que depois de algum tempo, começaram a responder supondo que os ácaros eram reais, porém aos poucos, o professor foi indagando sobre a imagem do ácaro que cada um descrevia de acordo com o que conhecia das mídias. E observando a imagem trazida pelo livro de Dawkins, podemos ver um exército de monstros aterrorizadores e agindo de forma organizada e sendo liderados por um de tamanho avantajado.
Essa hiper-realidade com certeza faz muito sucesso em filmes de ficção cientifica, mas também ajuda para impressionar as pessoas sobre algo invisível, aquilo que não conseguimos ver a olho nu. No entanto, a imagem mostrada acima é tão assustadora que apresentada a uma criança, ela terá pesadelos com tais criaturas de seis pernas, ferrões, pelos ralos e que não tem olhos.

Nesse sentido, temos que ver essa tendência das mídias modernas em mostrar imagens amplificadas muitas vezes e compará-las com objetos invisíveis e ficamos com a pergunta colocada pelo Prof. Cesarotto: duendes também existem?

Livros de Joaquim Luiz Nogueira