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domingo, 24 de julho de 2011

Caminhada contemplativa de domingo

Imagens inesquecíveis a margem das ruas
Pinheiros do Sul me aguardam logo adiante...
Um pequeno riacho me lembra a infância ...
Flores silvestre nas margens da caminhada
Um lago cercado pelo verde me lembra as lagoas e as pescarias ....
Cipós recobrem árvores e decoram seus galhos..
O canto de pássaros como o tico-tico anima a caminhada ...
O cheiro de folhas secas ao chão, principalmente de eucaliptos, garantem certa sintonia com a paz que sentimos nesse tipo de caminhada, que após uma hora circulando essa área de manancial próxima de minha casa, renovei meu espírito....

sábado, 23 de julho de 2011

Nossa Senhora do Crack

Prof. Joaquim Luiz Nogueira

Costumo dizer a meus amigos que os artistas são pessoas especiais, que segundo a filosofia oriental, são capazes de “ver mil leões dourados em um fio de cabelo”, nesse sentido, o Sr. Zarella Neto, autor dessa obra merece elogios pela iniciativa, pois a situação das drogas nesse país encontra-se no limite do bom senso dos cidadãos.

E como dizia minha grande amiga “Dona Penha” para esses assuntos sem soluções previstas e espinhosos “ Era só por Deus”. Assim, acredito que a presença dessa imagem, também buscará a mediação divina para os usuários, cujos nossos parlamentares resolveram abrir mão de suas responsabilidades, quando disseram que “ser usuário de drogas não é crime”.
Abolir os usuários de drogas de crime pelo consumo, parece ser uma saída viável economicamente pelo poder público, mas, sabemos que no estado delirante de um usuário, ele é capaz de matar até a si próprio, familiares ou qualquer cidadão que esteja atravessando em seu caminho em direção a droga. Talvez, os usuários que se juntem nessa região para o consumo, recebam a graça de Nossa Senhora, que nesse momento de desespero da sociedade, que não tem mais a quem recorrer para pedir ajuda contra esse mal que se inicia dentro dos lares, nas escolas e depois de expulsos das casas e das escolas, as ruas tornam se o lar desses seres humanos esquecidos pelo poder público, transformados em viajantes de uma ilusão vazia e sem sentido. Só resta acreditar em milagres.......

Veja matéria na folha
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/948761-artista-instala-imagem-de-nossa-senhora-do-crack-em-sao-paulo.shtml

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Botucatu e os ipês

As maravilhas da natureza, todos os anos florescem na cidade de Botucatu sp. 








Encantadores, não há quem passe por eles sem olhar para o alto, depois para o chão, assim, perplexos por tamanha beleza, questionam o fato destas imagens que quebram o caos urbano e apontam para o azul infinito do céu.
Durante a maior parte do ano essas árvores botucatuenses denominadas como ipês, permanecem despercebidas na paisagem urbana, mas nesse período, tornam-se ícones que fazem os carros e os pedestres pararem diante de sua presença. É o milagre da vida, folhas e galhos que se preparam durante um longo período , enfrentaram chuvas, seca e frio, mas nunca deixaram de acreditar que poderiam realizar esse espetáculo.
Pois sabiam que essa beleza, mesmo que fosse por um curto período de tempo, seria suficiente para fazer as pessoas darem uma pausa em suas rotinas e mesmo por alguns instantes, são capazes de admirarem e sonharem ao sabor sublime de suas cores.
Numa paisagem urbana cada vez mais mecanizada e automatizada, a natureza nos lembra do potencial magnifico que também somos dotados, sem o qual, não teríamos coragem para enfrentarmos nossas rotinas, trabalhamos e lutamos olhando para a beleza daquilo que acreditamos. E quanto maior nossa confiança em momentos felizes, melhores seremos e maior será a admiração por essas árvores e pelo milagre que representa nossas vidas.

  

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Como educar nossas crianças para o futuro?



Joaquim Luiz Nogueira
Como profissional da educação pública do Estado de São Paulo e com a vivência de mais de oito horas diárias dentro da escola por mais de 18 anos, não posso deixar de inferir algumas ideias nesse tema, que até o momento, encontra-se em discussão, apenas sob o ângulo de visão dos parlamentares e mídias que reproduzem os desejos de uma sociedade sustentada pelo consumo exagerado.

Uma educação para o futuro teria que abranger um orçamento por parte da União e dos Estados, semelhante aqueles de uma família, isto é, vamos perguntar sobre o valor que pais gastam com a educação dos filhos. Vejamos essa análise elaborada por Eliana Bussinger:


“Mais ou menos, depende dos nossos anseios para eles, e em algum momento, dos sonhos deles próprios. Educar um filho do nascimento até a universidade, pode custar algo entre 300 mil a um milhão de reais, dizem os especialistas. Eles costumam incluir nesse valor o custo do dinheiro. Ou seja, o quanto você ganharia se tivesse aplicado esse dinheiro ao invés de usá-lo com um filho.
Algumas famílias investem nos filhos desde a gestação, propiciando ambientes favoráveis ao desenvolvimento do corpo e da mente. Mas, muitas famílias dependem da União e dos Estados para ajudar nessa tarefa. E nesse pequeno detalhe, sabemos que a norma é economizar desde o parto até o curso superior.
Em uma família, cujo chefe, prefere esbanjar dinheiro somente em seus sonhos, os filhos são jogados a sorte de uma vida capitalista. Educação de crianças deveria ser prioridade de uma Nação ou Estado, afinal, as crianças representam o futuro? Ou será que um futuro melhor pertencem apenas aqueles que que os pais podem custear todo o processo?

Fonte da imagem http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt/38890.html - Acesso em 10/06/2011
Fonte da imagem http://conexoesinevitaveis.blogspot.com/2010/08/educacao-um-tapinha-nao-doi-sobre-lei.html - Acesso em 10/06/2011
Eliane Bussinger http://www2.uol.com.br/vyaestelar/dinheiro_filhos.htm - Acesso em 10/6/20 

saiba mais sobre o autor

sábado, 4 de junho de 2011

Experiência e Sucesso Profissional

O segundo livro da série Sucesso Profissional prossegue a exploração iniciada no primeiro volume, isto é, a busca de uma leitura do contexto social como resultado das ações pessoais e coletivas. Nesse segundo livro, convido os leitores para reviverem suas infâncias na busca do aprendizado acumulado em forma de experiência. Trata-se de um mergulho que atravessa desde o passado histórico até as fantasias e sonhos individuais.

O livro está a venda pela internet na livraria da Editora Baraúna

http://www.livrariabarauna.com.br/catalogsearch/result/?q=joaquim+Luiz+Nogueira&x=33&y=11

domingo, 8 de maio de 2011

O segredo da libélula


Joaquim Luiz Nogueira
Porque sou exemplo de sobrevivência?

Em primeiro lugar, gostaria de dizer que, por não confiar em uma única estratégia, minhas asas são duplas. E pelo desenho das mesmas, todos podem ver que não tenho também muita preocupação com a uniformidade ou coisa do tipo como ordem, beleza etc. O que interessa é a sobrevivência de meu modo de viver e para isso, minhas asas mostram uma estrutura forte, que mesmo sem uma bela estética, já que misturam formatos que vão desde retângulos até triângulos, ou seja, conservei tudo que aprendi ao longo dos anos.
As reformas em meu corpo não jogaram fora o que o tempo me ensinou, isto é, tudo o que era importante meu corpo acrescentou sem desvalorizar as versões mais antigas. É claro, não sou um inseto símbolo da beleza, mas da resistência e da luta. Com o passar dos anos, meus olhos tornaram-se muito eficiente, e que, por também não confiar na primeira impressão, desenvolvi centenas de pequenos olhos em minha visão.
Mas por minha aparência sofrida, porém muito sábia, não me consultam quando resolvem fazer mudanças em meu mundo, preferem seguir como modelo aquilo que é belo, perfumado, barato, frágil, engraçado, divertido, lucrativo e temporário. Dessa forma, passo por todos sem ser notado, pois não inspiro a juventude com minha aparência e para sobreviver tenho que trabalhar tanto, que me alimento enquanto estou em vôo e se parar, passo fome. Mesmo assim, sou exemplo de luta e coragem nos lugares onde vivo.

domingo, 1 de maio de 2011

O beijo da realeza

Na leitura visual da garotinha que aparece ao lado dos noivos na imagem, “cena do beijo” pode observar o quanto ela tem pressa de que aquele momento seja breve, isto é, que acabe em alguns instantes. Sendo assim, suas mãos pressionam os ouvidos numa tentativa de diminuir a captação do ruído dos súditos do casal, que imploram aos gritos para que repitam aquilo que acreditam ser a realização maior da frase: “viveram felizes para sempre”.

A expressão séria da menina, quase choro, não manifesta a mesma felicidade do público. Ela usa uma coroa verde entrelaçada com flores brancas sobre sua cabeça nas cores do bouquet da noiva, gesto que lembra aos súditos da rainha, o esforço que a plebéia, agora duquesa, terá de enfrentar para satisfazer os desejos de uma platéia sedenta por contos de fadas e de princesas.

E o príncipe com sua farda de gala revela a partir dos símbolos de sua vestimenta, o peso de uma coroa real, cujas tradições e cultura carregam outros tempos de glória da realeza britânica, mesclada as atitudes desafiadoras da juventude do século XXI.

A plebeia, agora duquesa, e seu vestido de noiva, também sobrepõem valores de pureza ao de sensualidade moderna, tendo seu véu branco que se distância da testa, deixando parte de seus longos cabelos figurarem-se como véu, a ponto de contrastar o decote do vestido com a transparência dos ombros e braços.

E para concluirmos, voltamos ao gesto da menina, que se nega a participar da euforia do público, manifestando que se trata de algo passageiro e suportável. Assim, de forma semelhante à nova duquesa, provavelmente terá momentos em que ela também deverá tapar os ouvidos e outros talvez, até fechar os olhos, mas manter a persistência da garotinha que aguarda o tempo passar.

domingo, 17 de abril de 2011

Serra de Botucatu e Santa Cruz

Obs. as imagens desse blog é pública, apenas cite a fonte e o autor das fotos, caso queira usar alguma foto. 

A imagem acima é de 2014
A imagem acima é de 2014


Igrejinha de Santa Cruz, localizada no pé da Serra, onde todos os anos se realiza nesse local a festa da Santa Cruz, uma cerimônia, religiosa, histórica e cultural, iniciada pelos moradores dessa região na primeira metade do século XX, entre eles a família Ramos Nogueira e família Pontes, que ainda hoje lideram esta linda festa de Santa Cruz, com ajuda de amigos e moradores que ainda vivem nesse local.


Casa de meu avô - Salvador Ramos Nogueira, falecido em 13 de dezembro de 1972 com 83 anos- filho de Joaquim Ramos Nogueira, e que se encontra sepultado no cemitério Portal das Cruzes em Botucatu Sp. Quadra 2 - A - Rua 7. jazido 190 e número 38557.  a casa provavelmente é da década de 1950 e embora a foto seja atual, as características segundo depoimento de meus irmãos Aparecida Ramos Nogueira e João Ramos Nogueira, pouco mudaram.

Abaixo, meu pai Benedito Ramos Nogueira e seus irmãos Luis, Argemiro e Joaquim. Esta foto foi tirado em nosso sítio do Estado do Paraná em 1979.




Essa imagem na década de 50, com certeza seria bem diferente e mesmo sem ter nascido nessa época, tive oportunidade de viver minha infância no Estado do Paraná, mas ouvindo as histórias de meus pais sobre esse lugar que ficava ao pé da serra. No Estado do Paraná, meus pais chegaram no início dos anos 60 e sempre nos momentos difíceis, eles contavam para os filhos sobre este pedaço de terra, cuja saída foi para buscar novas terras para a família que estava crescendo. Esta é uma homenagem aos meus pais: Benedito Ramos Nogueira e Luiza Batista Nogueira e a meus irmãos que aqui viveram sua infância.

Festa de 04 de Maio de 2013


João Ramos Nogueira e Família e Aparecida Ramos Nogueira  em 04 de maio de 2013


A tradição da festa de Santa Cruz, a leitoa a puruca 


Igreja de Sto Antonio - Bairro vizinho de Anhumas, próximo a cidade de Botucatu
Escola de 1956 - Sto Antonio - Botucatu

Eu e meu Primo Paulo em festa da 8º Cavalgada, ocorrida em 24 de fevereiro de 2013, almoçamos um prato típico da região: arroz, feijão e sopa de mandioca. 
 Foto de 24 de fevereiro de 2013
23 de fevereiro de 2013

Abaixo, imagens deste lugarejo, pé da serra em 2023 , fotografadas no dia da festa de Santa Cruz , natureza, vegetação, rochas e montanhas. 
                                             Acima - visão do barracão  
                                                      Canários na estrada 
                                                exuberância do cogumelo na relva 
coqueiro  centenário 

                                                 Visão da serra a partir da estrada 
                                             Rochas cujas águas brotam e brilham com os raios do sol 
Visão a partir  do barracão 

                                                    Visão da igrejinha de Santa Cruz da Serra 
Vegetação exuberante e o contraste com a serra 

Abaixo fotos de 2023 - Salvador José Nogueira, visitou a região e com ajuda de moradores locais, registrou com fotos a casa de sua infância 
Casa no pé da Serra onde viveu meu Pai: Benedito Ramos Nogueira

Abaixo, Salvador José Nogueira e moradores do local que ajudaram na lembrança da Família de Benedito Ramos Nogueira, que deixou este sítio no início de 1960 em busca de novas terras no Estado do Paraná. 





Saiba mais sobre o autor
http://www.amazon.com.br/motiva%C3%A7%C3%B5es-propiciam-sucesso-pessoal-ebook/dp/B00AL8F3XA