A experiência como incorporação de leituras do aqui e agora, mesclada a experimentos passados, forma combinações interpretativas e códigos potenciais que são responsáveis pela construção de nossos relacionamentos atuais. Portanto, podemos a firmar que certos elementos, como a aparência, podem ser modificados de acordo com o momento que temos de enfrentar. Desse modo, desenvolvemos diversas máscaras para que elas nos representem em cada situação já conhecida por nossa experiência. Selecionamos as experiências mais significativas, aquelas que nos transportam para mundos ideais, sonhos e sentimentos de felicidade. Esses momentos encantadores, uma vez acumulados em nossa memória, interagem com o contexto externo na busca de edificações concretas, que façam paralelos aos exemplos imaginários. Nesse sentido, criamos as fontes mágicas surgidas em virtude de certas proximidades dos sonhos almejados. Nessas assimilações, nutrimos nossos objetivos e metas. Produções de mecanismos favoráveis na trajetória pessoal, papel das fantasias em nossas ações, preferências e releituras da própria trajetória rumo a êxitos individuais são alguns dos temas abordados por Joaquim Luiz Nogueira. O autor busca elementos para que os leitores possam reconhecer, nas suas experiências, etapas significativas e ações orientadoras.Pesquisar este blog
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Saiba como as experiências favorecem o sucesso profissional
A experiência como incorporação de leituras do aqui e agora, mesclada a experimentos passados, forma combinações interpretativas e códigos potenciais que são responsáveis pela construção de nossos relacionamentos atuais. Portanto, podemos a firmar que certos elementos, como a aparência, podem ser modificados de acordo com o momento que temos de enfrentar. Desse modo, desenvolvemos diversas máscaras para que elas nos representem em cada situação já conhecida por nossa experiência. Selecionamos as experiências mais significativas, aquelas que nos transportam para mundos ideais, sonhos e sentimentos de felicidade. Esses momentos encantadores, uma vez acumulados em nossa memória, interagem com o contexto externo na busca de edificações concretas, que façam paralelos aos exemplos imaginários. Nesse sentido, criamos as fontes mágicas surgidas em virtude de certas proximidades dos sonhos almejados. Nessas assimilações, nutrimos nossos objetivos e metas. Produções de mecanismos favoráveis na trajetória pessoal, papel das fantasias em nossas ações, preferências e releituras da própria trajetória rumo a êxitos individuais são alguns dos temas abordados por Joaquim Luiz Nogueira. O autor busca elementos para que os leitores possam reconhecer, nas suas experiências, etapas significativas e ações orientadoras.domingo, 16 de janeiro de 2011
A Piada do galo: uma jornada a um mundo distante
Alguns nos diriam que necessitamos de respostas para enfrentarmos certas emboscadas que os sonhos nos conduziram. Outros nos dizem simplesmente que olhamos para outros lugares apenas para esquecer de nosso verdadeiro destino.Em minha caminhada nesse mundo distante, ouvi a seguinte piada de um caboclo, que narrava uma dada situação que vivenciou em seu pequeno sítio como algo que fazia os demais retirantes rirem muito do fato. Dizia ele:
_ Estava eu cuidando do meu pequeno pasto, quando um enorme gavião em um voo rasante deixou as aves menores e rumou em direção do próprio galo;
_ Então, eu parei de trabalhar e fiquei observando aquela tamanha façanha do gavião;
_ Foi quando vi que o galo saltou de lado e gritou para o gavião muito surpreso:
_Tá louco! Você tá doido! Tá doido!
Portanto, percebi que aqueles caboclos, assim como muitos de nós estamos na situação do galo, pois estamos enfrentando situações tão inéditas, que só podemos responder com o grito do galo:
_ Tá louco! Você tá doido! Tá doido!
sábado, 25 de dezembro de 2010
Os pescadores de fim de ano
Agradeço a parceria e a amizade do meu amigo João e do Marcelo, que participaram desta aventura inédita.... Agradeço a hospitalidade e o companheirismo do grande parceiro de pescaria Manoel, que nos guiou rumo a Lagoa....
Uma lagoa inesquecível, para aventureiros que gostam de uma pescaria, acompanhada de muita natureza, conheça essa lagoa. 2010/2011No ano de 2010, João Delfiol Neto, Joaquim Luiz Nogueira, Manuel Luis Del Fiol e Marcelo Martins Del Fiol, estiveram no rio Ribeirão Branco, Nova Aliança MT, para uma grande pescaria.
Após longas horas de espera nas margens do rio, experimentamos um belo fim de tarde com a sinfonia de sapos e saracuras. O barulho das águas movimentava nosso olhar durante a noite, enquanto velhas histórias de aventuras eram contadas pelos pescadores.
A pescaria marcou o encontro de grandes amigos com a lembrança do passado. E os peixes? Não foram muitos, mais todos pegaram e assim esperamos outras aventuras.
domingo, 12 de dezembro de 2010
A Pedagogia e os sinais dos tempos



Professor morre esfaqueado por aluno em instituição particular de Belo Horizonte
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/842324-professor-morre-esfaqueado-por-aluno-em-instituicao-particular-de-belo-horizonte.shtml (acesso em 12/12/2010)
Professor é agredido por aluno em universidade na Zona Norte de SP
Vítima sofreu lesões no braço e no rosto e precisou ser levado a hospital.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/12/professor-e-agredido-por-aluno-em-universidade-na-zona-norte-de-sp.html (acesso em 12/12/2010}
Professor é agredido por aluno dentro de escola em Itu (SP); estudante é suspenso
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/753286-professor-e-agredido-por-aluno-dentro-de-escola-em-itu-sp-estudante-e-suspenso.shtml (acesso em 12/12/2010)
Professor é agredido com soco por aluno adolescente em Constantina (RS)
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/840029-professor-e-agredido-com-soco-por-aluno-adolescente-em-constantina-rs.shtml (acesso em 12/12/2010)
Professor agredido por aluno
Um aluno, de 17 anos, agrediu um professor, de 30,
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=210E0DFF-C20F-457C-940F-1E2E740EF534&channelid=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E (acesso em 12/12/2010)
Professor agredido por tio de aluno à porta da escola
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1141989 (acesso em 12/12/2010)
Fontes:
domingo, 28 de novembro de 2010
Pedagogia do agricultor pobre e os professores
Joaquim Luiz Nogueira
sábado, 13 de novembro de 2010
Pedagogia dos cenários alternativos

sábado, 30 de outubro de 2010
A escola como uma pedra no caminho da criança
De acordo com Slavoj Zizek[1] , a consciência primeira de um ser humano foi produzida pelo processo evolutivo com a finalidade de favorecer a sobrevivência em relação a qualquer objeto que venha ameaçar o indivíduo. Nesse sentido, ouvimos constantemente dentro de uma escola:
- Não olhe para mim!
- Não me toque!
- Não vou fazer nada!
- Não obedeço ninguém!
São reações primárias de sobrevivência dos seres humanos, cuja finalidade é a sobrevivência. Se a consciência “surge como resultado de um encontro com o Real” (Zizek, 2006), a escola é a pedra no caminho das crianças, pois sua função é a de prepará-las para situações em que tudo pode dar errado.
Segundo Zizek, a consciência humana é algo que ocorreu de forma acidental no processo evolutivo, isto é, trata-se de um processo secundário para ajudar na sobrevivência de algo terrível que poderá acontecer. É nesse sentido que a escola também atua quando sua finalidade é:
- Preparar os alunos para o futuro;
- Cobrar normas de conduta das crianças;
- Ensinar novas palavras a partir da escrita;
- Educar para a não violência.
Desse modo, a função da escola está vinculada à construção de uma segunda consciência para sobrepôr-se a original, isto é, criar obstáculos diante dos adolescentes ou simular realidades que os mesmos só poderão encontrar no futuro. A ação da escola entra em confronto com a consciência primeira do ser humano, aquela destinada somente às regras evolutivas da sobrevivência.
[1] Slavoj Zizek e Glyn Daly. Arriscar o impossível. São Paulo, Martins Fontes, 2006
domingo, 19 de setembro de 2010
Alto Benjamin Constant - Cianorte - Pr
Prof. e Escritor Joaquim Luiz Nogueira
Visite O Blog de "Alto Benjamin Constant" clicando no link abaixo e conheça esse recanto paranaense e várias imagens da região.
Minha Sobrinha Geisiane, Filha de Salvador José Nogueira, me enviou uma foto rara, trata-se da primeira Diretoria da Igreja de São João, figura acima. Nesta imagem, reconheço meu pai, Benedito Ramos Nogueira, Professor Salézio, Sr. Moisés e Sr. Domingos. Não consigo lembrar o nome da outra pessoa dessa diretoria. Se alguém lembrar, me envie o nome.
Em 2011, o lugarejo estava em festa em homenagem a São João e entre muitos ex: moradores da região, estava o Sr. José Caldeira, que me enviou essas lindas imagens abaixo:
Abaixo outras imagens do passado de Alto Benjamim Constant
Essa página é uma homenagem a todos aqueles colegas e irmãos que em nome da diversão reuniam-se aos domingos para jogar futebol. A cada partida, independente da vitória, o grupo estava feliz e renovado para brindar o verdadeiro trabalho de equipe, onde ganhar ou perder tinha o mesmo significado, já que todos brincavam pelo prazer de quebrar a rotina entre uma semana e outra de trabalho nas lavouras.
Joaquim Luiz Nogueira (jolnogueira@gmail.com)
Imagens do lugarejo


Casa do sítio de Benedito Ramos Nogueira em 1979 Alto Bemjamim - Cianorte PR
Uma música que sempre me faz lembrar deste sítio, toda vez que que escuto o som e as palavras desta canção e acredito que muitos visitantes deste espaço, também curtem a letra abaixo:
Abaixo a mesma casa nos anos 80



Obrigado a todos que visitam esta página, espero que este lugar tenha feito parte da vida de muitas pessoas, que mesmo vivendo distante, ainda guarda na lembrança esse pequeno lugar.
Jaime Ramos Nogueira, vive em Santo André SP
Salvador José Nogueira e sua família em São Lourenço -Cianorte
Abaixo, Francisco Ramos Nogueira, cafeicultor em Serra do Salitre MG

domingo, 29 de agosto de 2010
Pedagogia dos estágios da emergência
Ao entrarmos na sala de aula somos forçados a esperar que os alunos entrem para sala e sentem-se, para apressar isso, ficamos na porta para convencer o aluno a entrar, já que o desejo de alguns seria permanecer no corredor ou no pátio. Uma vez que todos se encontrem no interior da sala, vem a missão seguinte, fazer com que eles sentem na cadeira, pois muitos deles estão sobre as mesas ou em pé e o nosso próximo passo, tentar fazer com que eles parem de gritar , falar ou insultar o colega.
O professor descarrega na mesa vários diários de classe, encontra o da determinada série, verifica o conteúdo e ao se direcionar para seu trabalho em meio a essa agitação, sempre é interrompido por “posso ir ao banheiro” ou “quero tomar água”. Despistamos logo esses casos e temos que apagar a lousa para dar início ao conteúdo da apostila e assim que anunciamos o tema da aula, vários gritam: “esqueci a apostila” ou “não tenho apostila”. Então começa o “se vira nos 30 minutos de aula que ainda resta” . Sentem-se juntos com os colegas que possuem o material, ordena o mestre e daí começam arrastar as carteiras até vários se levantarem novamente. E até que enfim, vamos dar início a nossa aula sobre (...) E daí vem as respostas participativas, “não entendi nada” ou “é só para copiar essa bagaça”! O passo seguinte é esclarecer essas dúvidas construtivas e logo depois, eles gritam, não vai fazer a chamada? Não posso ficar com falta.
Concluímos que nessa aula trabalhamos de controlador de fluxo dos alunos e ensinamos palavras de ordem como “Entrem na sala! Sentem-se na cadeira!. Bom, estamos lutando contra a vida sedentária dos alunos, um tema emergente no mundo atual. Na fase seguinte ensinamos como solucionar conflitos oferecendo orientações para que um não espanque o outro após ser insultado ou provocado, outro tema urgente para sobreviver na sociedade de risco. Depois ainda ensinamos como trabalhar com diferentes desejos dos alunos e como improvisar para que a aula tivesse continuidade e isso é demonstrar criatividade para os alunos, atitude procurada em funcionários das maiores empresas da economia de mercado. E para terminar a aula, ainda constamos que os alunos estão no mundo das incertezas, não conseguem entender o que estão fazendo naquele espaço sem nenhum material de apoio, e portanto, o mestre também já vagava no tempo, esquecendo do registro da chamada, habilidade muito importante para melhorar os índices de evasão escolar.
Boa aula, ótimo, mais lamentamos, pois temos que repetir muitas vezes esse conteúdo, pois estamos na educação continuada.
Conteúdo da aula: sedentarismo, não-violência, diferenças e criatividade no mundo das incertezas.
domingo, 22 de agosto de 2010
Cotidiano escolar
Ao investigarmos o cotidiano da escola a partir das técnicas informatizadas, que criam bancos de dados e apontam para o sentido de ajudar nas quantificações das diversas nomenclaturas usadas para classificar os alunos e depois, apresentá-los a comunidade escolar como rendimento escolar.
Verificamos que os dados são digitados nas máquinas (computadores) de forma que as mesmas passam a oferecer estes resultados e as respostas, qualificando e distribuindo os alunos de acordo com certa nomenclatura registrada (programada) em sua memória de forma globalizada para todos os alunos.
Constatamos que a escola trabalha em cooperação com os computadores, que lhes ensinam a partir de dados percentuais e informativos, como e quais os alunos que terão tratamentos diferenciados no próximo bimestre ou ano letivo.
Na escola atualmente, recebemos as tarefas diárias por meio da informática, isto é, fax, telefone, Internet, redes, teleconferências etc. Desta forma, podemos considerar que estamos sendo bombardeados por dados e informações que nem sempre correspondem as reais necessidades de nossa comunidade escolar.
Reconhecemos que a participação da comunidade escolar, assim como a dos alunos, são de certa forma, devoradas pelas nomenclaturas e classificações oferecidas pelas técnicas computadorizadas e confirmadas pelos humanos que se justificam tais valores como científicos.
Averiguamos que na escola o poder tecnológico ganhou força como mecanismo de resolução de problemas, cujas pessoas, passaram a depender em grande escala da tecnologia e esperam que os computadores resolvam problemas variados dos alunos, entre eles, dificuldades de leitura, escrita, lazer e afeto.
Ocupamos a maior parte de nosso tempo de trabalho como gestor na escola, trabalhando na digitação de dados ou recebendo informações para orientar as nossas ações diárias e assim, não conseguimos ouvir o nosso aluno e a comunidade, já que estamos sempre cumprindo os deveres que nos são enviados por meios eletrônicos de fora de nossa comunidade escolar.
Deduzimos que para construirmos uma aprendizagem de cidadania com nossos alunos, talvez tenhamos que valorizar mais os humanos do que as máquinas, isto é, não esperar que a digitação dos dados segundo uma nomenclatura globalizada e oferecida por programação, nos indiquem como trabalhar de forma mais cidadã na escola.



















