Pesquisar este blog

terça-feira, 17 de julho de 2012

Ser professor: uma luta por liberdade


      Eu sou Professor!  Nas condições que lutamos, talvez tenhamos que pensar muito sobre as razões do porque continuamos nessa profissão, pois vários alunos e pais parecem concordar que em algumas turmas, estamos mais próximos de “babás de luxo” do que alguém que está ali para ensinar conteúdos científicos.
   Para refletirmos sobre nossa profissão vejamos como Slavoj Zizek, descreve em seu livro* a seguinte mensagem do filme Spartacus de Stanley Kubrick:
“O pirata pergunta francamente a Espártaco se ele sabe que a revolta dos escravos está condenada, e que mais cedo ou mais tarde os rebeldes serão esmagados pelo exército romano; também pergunta o que ele faria se admitisse que a derrota dos escravos é inevitável: ele continuaria a lutar até o fim?”  
  Nesse sentido, sabemos que trabalhar em salas com mais de 35 alunos exigem dos mestres habilidades e competências que somadas as jornadas duplas ou triplas parece que a vitória também está condenada e que mais cedo ou mais tarde, o professor estará de licença médica; também podemos perguntar ao docente o que ele faria se admitisse que no ritmo citado acima a perca de sua saúde é inevitável: ele continuaria a lutar até o fim?
    Na descrição do filme por Zizek, “a resposta de Espártaco é afirmativa: a luta não é apenas uma tentativa pragmática de melhorar a condição dos escravos, é uma rebelião baseada em princípios, em nome da liberdade; assim, mesmo que sejam vencidos e mortos, a luta não será em vão, porque estarão afirmando seu compromisso incondicional com a liberdade – a tentativa,, a própria ação, já é um sucesso, uma vez que ilustra a ideia imortal de liberdade”.
    No caso dos professores, é possível que tenham também muitas respostas afirmativas: a luta não é apenas uma tentativa de formalidades para melhorar a condição dos docentes, é uma resistência baseada em princípios, em nome daquilo em que acreditamos; assim, mesmo que sejam estressados, trêmulos, fadigados e sem voz, a luta não será em vão, porque estarão afirmando seus compromissos com a honestidade e o exemplo do trabalho com ideais elevados – cuja tentativa de suas ações em sala de aula, já é um acontecimento, uma vez que esclarece e aponta os caminhos da liberdade.

http://www.youtube.com/watch?v=eZnX7EXOkcY  Clicar para ver a cena do filme Spartacus
* Slavoj Zizek – Vivendo no fim dos tempos pg. 16
                           Joaquim Luiz Nogueira 
Autor  dos livros:
    Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferentes  http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3536279
Saiba como as experiências favorecem o  Sucesso  profissional
http://www.livrariabarauna.com.br/down15/SaibaComoAsExperiencias15.pdf


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Vivendo numa bolha




      É possível que cada indivíduo, possa lembrar-se de momentos, cujos sentidos foram conectados a algo tão significativo, que provocou certo apagão na relação entre contexto e realidade, mesmo que por alguns segundos.  

      Esses pequenos pontos capazes de sugar toda nossa atenção, isto é, nos envolver numa soma de valores e que ao avaliarmos como muito importante, automaticamente, conectou a essa outra dimensão.

      Talvez, possamos aproximar dessas imagens que presenciamos em sonhos, cuja sequência da leitura é constantemente interrompida por mecanismos alheios a história onírica. E uma vez acordado não temos informações de como mergulhamos naquele universo, nem como voltaremos em tal ponto desejado.

    Desse modo, cada vez que nos conectamos com algo significativo, tendemos a movimentar o corpo de forma que possamos prolongar tal campo na consciência, evitando o contato dessa frágil bolha com a realidade em que vivemos.

     Sendo assim, não pergunte aquele que encontrou uma maneira de passar a maioria de seu tempo navegando numa bolha se ela existe? Apenas observe sua felicidade ao compartilhar com aquilo que estrutura todas as suas ações.


Joaquim Luiz Nogueira  
Autor  dos livros: 
    Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferentes  http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3536279 
Saiba como as experiências favorecem o  Sucesso  profissional


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Rumos da escola em momentos decisivos


                                                                                               Prof. Joaquim Luiz Nogueira


     Em termos de educação, estamos caminhando em águas nunca antes navegadas, oceanos desconhecidos, que alternam tempestades e calmarias dentro dos espaços escolares. São momentos que cobram muita experiência dos líderes nas interpretações dos fatos e nas ações que definem rumos ou rotas alternativas.
       Definir rumos no interior das escolas significa no mínimo reflexão, ou seja, sem olhar o horizonte problemático e tentar ver todas as possibilidades, antes do encaminhamento de uma orientação definitiva, pode significar a ruína da tripulação. A visão de quem comanda a família, a sala de aula, a escola ou outras instituições não deve ser algo de fácil entendimento, pois é o fruto de experiências complexas, talvez nunca compartilhada, mas compreendida  apenas por outros que já passaram diante de situações semelhantes.
     O instante vivido atualmente pela sociedade desperta a necessidade de arriscar em pesquisa, iniciativas e aventuras. E se os mestres experientes não buscam saídas novas, outras interpretações do mesmo, novas teorias ou descobertas, os jovens e adolescentes tentam a sua maneira, isto é, com muita vontade, mas sem a experiência.
    Ao projetarmos no presente o que se espera do futuro, saída encontrada pelas principais mídias populares, isto é, afirmam a intenção final como verdade ou estabelecem ideias pensando apenas no furo da reportagem, assim, apontam soluções sem a preocupação da investigação das consequências das mesmas no presente.
     A sociedade do futuro será formada para atender as necessidades daqueles que no momento atual buscam transformações e soluções para os problemas que os angustiam hoje. No futuro haverá outras necessidades, com outras preocupações, que possivelmente não temos muito que fazer no presente, mas podemos simular  horizontes possíveis num futuro próximo:
- Que governantes teremos: Global?  Imperial? Ditatorial? Milícias? Traficantes? Teocráticos? Olho por olho e dente por dente?
- Quais os empregos que permanecerão?   
- Quem defenderá os pobres e humildes? 
- Haverá acesso ao conhecimento para todos?
- Haverá alimentos suficientes para todos?
- Que tipo de escola terá no futuro?   
Obs. As respostas estão nas mãos de quem comanda hoje. Vamos pensar nisso.
Fonte de imagem: http://stravaganzastravaganza.blogspot.com.br/2011/02/alimentacao-nas-viagens-de.html
Livros do autor:

domingo, 13 de maio de 2012

Os rumos de uma sociedade mergulhada na artificialidade



   Prof. Joaquim Luiz Nogueira

   As pessoas enxergam o mundo ou a sociedade e até mesmo a escola como algo equilibrado, mas que, se não atuarmos corretamente, tem alguém que pode desequilibrar. Esse é um problema, isto é, pensar que a sociedade é alguma coisa harmoniosa ou tranquila e que devemos gerar mentes sob controle, desde que as mesmas não sejam perturbadas ao longo do trabalho  de formação, seja ele, professor, político,  médico, advogado ou  outros.
    E para prosseguir nesse sentido imaginado, será necessário combater os degenerados ou as novas tecnologias, assim por diante. A briga parece ser por controle do espaço social, quando sabemos que nem os ditos rebeldes ou os chamados conservadores da lei e da ordem determinam futuro.
   Se perguntarmos como as sociedades se modificaram nos últimos milênios, a resposta seria a partir de algumas descrições de homens que tiveram a coragem para mudar pensamentos com ações revolucionárias, mas também por atos violentos e terroristas, mas também, de ações daqueles homens que sobraram após grandes batalhas.
   Se imaginarmos por quantas vezes sociedades inteiras foram destruídas em nome de certos apegos. Temos de recordar tais acontecimentos para refletirmos sobre a defesa de valores inquestionáveis no passado e que em razão  dos mesmos, muitas guerras forma deflagradas.
      A defesa de valores inquestionáveis em qualquer época, ou seja, aqueles que não podem ser contrariados levaram as catástrofes do passado e continuam sendo os principais motivos da violência na atualidade. Os valores continuam significando as razões para a existência de muitas famílias, escolas e de outras instituições conservadoras.
    O pensamento conservador continua constituindo a consciência nas instituições, entre elas a escola, que delimitam fronteiras invisíveis para os comportamentos, assim como para vestuários e objetos que podem adentrar em seus espaços. A ordem seria, não desorganize o modo em que estamos funcionando a séculos: não ande na classe; fique em silêncio para ouvir o mestre; obedeça todas as ordens dessa instituição e outras semelhantes.
    Desconfiar de qualquer atitude diferente torna-se o centro das sociedades ditas modernas, que sem se dar conta de quanto somos parte da mesma humanidade e que significamos perigo. Sabemos de tudo isso, mas nos fechamos em visões idealizadas. Vidas imaginadas como seguras ao ignorarmos outras possibilidades, isto é, preferimos não pensarmos de forma  negativa.
         Devemos romper com essa lógica maniqueísta dos bons contra os malvados, fruto espontâneo de nossa natureza. E  fincarmos nossas ações na artificialidade, ou seja, valorizar a construção mais abstrata, aquela  que resulta do materialismo. Talvez, considerar as imagens idealizadas em técnicas avançadas da tecnologia moderna para uma vida em 3D, isto é, uma realidade que possa ser vivida sem perigos para o corpo.
     E nesse universo, podemos recriar a beleza e quem sabe, a sociedade poética, ecológica, democrática e assim por diante. A ideia seria o aprofundamento em questões de realizações artificiais, e quem sabe se quando olharmos para a realidade, teremos uma visão de consciência elevada, que veja soluções onde não existam. 


quinta-feira, 10 de maio de 2012

A visão estratégica da aranha


 Prof. Joaquim Luiz Nogueira


       Para aproveitar todo o espaço, sua metodologia de trabalho se inicia com o reconhecimento do local, isto é, altura do solo, formato da teia e o que deseja capturar. Todas essas estratégias são traçadas  com antecedência e a cada círculo fixado, o aracnídeo sente a necessidade de fazer outro e outro.
      Depois de finalizada sua armadilha no silêncio da noite, já que o elemento surpresa é sua principal aposta para o êxito, alguns contratempos podem ocorrer, tais como, gotas de orvalho que possam se agarrar nos fios e sinalizar perigo para os desavisados, assim como, o voo de  pássaros,  mais também,  mamíferos que possam cruzar o local e acabar com todo o seu esforço.
      Tais contratempos são respondidos pela persistência, que a cada furo ou buraco em sua estratégia, de forma instintiva, todo seu sistema nervoso é mobilizado para corrigir a falha ou mudar a estratégia, mais nunca para tentar matar o pássaro ou o mamífero, que destruiu sua maneira de sobreviver. 
        A aranha começa do zero quantas vezes precisar ou enquanto  sua vida pulsar. Ela não tenta mudar seu corpo e nem  a  matéria prima para sua construção, porém, sua força, coragem, iniciativa e persistência nos provocam algumas reflexões:
- Porquê na maioria das vezes que seu trabalho foi destruído, sua ação era de consertar imediatamente o buraco, sem abandonar a teia? Talvez, em sua percepção aracnídea, já estava previsto que seu sucesso dependia da luta contra os imprevistos.

    Tudo indica que a aranha sabe o quanto é difícil sobreviver em meio à natureza, pois seu corpo é fraco em relação às tempestades, sem contar outras criaturas que ignoram seu modo de viver. E para enfrentar aquilo que não tem como mudar, sua estratégia foi tornar-se flexível:
-  Se a tempestade é maior que sua força, ela se deixa levar para ouros espaços e aproveita para conhecer novos problemas; 
-  Se animais ou pássaros rasgam sua teia, o conserto já estava previsto; 
- Caso, um inseto venenoso venha cair em sua armadilha, ela está preparada para reconhecer e isolar o perigo, pois sua teia pode ser cortada e reconstruída;
- se o alimento não chega, ela tem reservas para esperar dias melhores;
Conclusão
        A aranha não trabalha contra forças que não pode vencer. Ela se adapta rapidamente aos problemas, tendo como agir de forma precisa, isto é, faz o que é necessário naquele momento. Após muitos registros, ela decide se deve ou não mudar o lugar de sua armadilha.
      A flexibilidade de sua metodologia ajuda na sobrevivência, pois, se ela tentasse enfrentar fisicamente seus inimigos, sua vida seria muito breve na natureza. Desse modo, primeiro a aranha percebe o peso daquilo que invadiu o seu espaço e decide entre ficar observando, atacar ou até mesmo correr.  
      A sobrevivência do aracnídeo  depende da força que tem para reconstruir quantas vezes for preciso. Enquanto lhe restar vida, sua forma de existência lhe exigirá iniciativa, persistência e flexibilidade.  

domingo, 1 de abril de 2012

Além da realidade - Joaquim Luiz Nogueira


R I C H A R D D AW K I N S no livro “A magia da realidade” toca em um tema muito importante para reflexão nos dias de hoje, isto é, o que é realidade? E ao ver a imagem acima, lembro imediatamente das aulas de semiótica psicanalítica, cujo o ilustríssimo Professor Doutor Oscar Cesarotto , Narrador do realismo mágico urbano, Criador da arte conceitual decorativa, Teórico da clínica da cultura e autor de 10 livros, assim que chegou em uma das aulas do ano de 2007, fez a seguinte pergunta: Qual é a diferença entre a imagem de um ácaro na mídia e os duendes?
A questão provocou surpresa entre os alunos, que depois de algum tempo, começaram a responder supondo que os ácaros eram reais, porém aos poucos, o professor foi indagando sobre a imagem do ácaro que cada um descrevia de acordo com o que conhecia das mídias. E observando a imagem trazida pelo livro de Dawkins, podemos ver um exército de monstros aterrorizadores e agindo de forma organizada e sendo liderados por um de tamanho avantajado.
Essa hiper-realidade com certeza faz muito sucesso em filmes de ficção cientifica, mas também ajuda para impressionar as pessoas sobre algo invisível, aquilo que não conseguimos ver a olho nu. No entanto, a imagem mostrada acima é tão assustadora que apresentada a uma criança, ela terá pesadelos com tais criaturas de seis pernas, ferrões, pelos ralos e que não tem olhos.

Nesse sentido, temos que ver essa tendência das mídias modernas em mostrar imagens amplificadas muitas vezes e compará-las com objetos invisíveis e ficamos com a pergunta colocada pelo Prof. Cesarotto: duendes também existem?

Livros de Joaquim Luiz Nogueira

quinta-feira, 29 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

Um Menino Poetinha - Literatura Infantil



Resenha sobre o livro

“Em ‘Um menino Poetinha’, o Prof. Elvair mergulha no universo infantil a partir do lado lúdico. Transforma a curiosidade comum de toda criança no elemento que carrega o inédito, ou seja, a surpresa da descoberta de novas maneiras de ver o mundo, segundo o olhar do educando.”

(Prof. Joaquim Luiz Nogueira)

“ ... é um livro que põe em xeque a formação dos professores que não estão acostumados com a criatividade e a inovação. O professor Elvair propõe uma nova maneira de enxergar o aluno, esse ‘ser’ poeticamente maravilhoso.”

(Prof. Sérgio Simka)

“... poesias nos permitem voar pelos caminhos da alma. Elvair, além de nos encontrar com sua amizade, agora nos encontra com seu livro.”

(Prof a. Cleuza Silva Pulice)

“... surpreendente e empolgante. Nem crianças, nem adultos sairão desta aventura da mesma forma que entraram! Esta obra promete revolucionar!!!”

(Prof a. Eleandra Lelli)

“ ... um livro com a docilidade que só a poesia pode transmitir em palavras. Texto inteligente, infantil e encantador; ótima ilustração e a importância da comunicação demonstrada em rimas para o mundo infantil. Recomendo pelo conteúdo essencial que possui.”

(Prof a. Dagmar Romoli)

“... li e recomendo a leitura, o livro rompe com os velhos paradigmas da educação, valorizando a criatividade do aluno, competência necessária para a formação do cidadão pleno do século XXI.”

http://lcm.com.br/site/#/livros/detalhesLivro?id=L01020

sábado, 3 de março de 2012

O espírito do Capitalismo pós 1968 e a educação


Joaquim Luiz Nogueira

Este artigo foi escrito com uma interpretação livre das ideias de Slavoj Zizek

- Autonomia no local de trabalho;
- Trabalho em equipe;
- Trabalho com projeto;
- Empreendedorismo;

Valores exigidos:

- Satisfação do cliente;
- Visão de liderança;
- Auto-organização espontânea;
- autogestão dos trabalhadores;
- Consumir para tornar a vida prazerosa e significativa;
- A experiência desejada pode ser comprada na realidade virtual;
- O consumo sustenta a qualidade de vida (tempo de qualidade).

“O real da utilidade direta” - Jaques Lacan

Indicam Status atualmente :

- Comida boa e saudável;

- A qualidade de seu carro ;

É Tempo de ser prestativo aos outros:

É Momento de realização autêntica do “EU”

- Fazer Ecologia;
- Fazer Caridade;
- Ser voluntário;
- Empresas com responsabilidade social;
- Parcerias;
- Ajudar a comunidade.

O Capitalismo Digital e a Neurociência exige:

Mudança de Paradigmas;
- Comportamento de rede:
- O cérebro torna-se socializado

O aluno e o Professor, ambos aprendem juntos;
- Mudança de “EU” para “Nós “ ;
- O fracasso escolar não pode ser só do aluno;
- A escola como ambiente de aprendizagem;
- O conhecimento do Professor e do aluno deverá se mesclar no espaço escolar;

A Nova Sociedade da Multidão: Hard e Negri

“A multidão governa a si mesma”

“Um Pandemônio de agentes que interagem sem nenhuma autoridade central no comando do espetáculo”

Tempo de Tudo e Nada: valores de 1968 convertidos no capitalismo

- Rebelião da Juventude contra formas de autoritarismos;
- Defesa pelo poder de solidariedade com os pobres e explorados;
- Trabalhar para o bem de todos;
- A sociedade torna-se permissiva e torna a vida mais fácil:
- Direito ao divórcio, ao aborto/ casamento gay, etc.;
- A Juventude não sabe o que fazer.

Divergências:

Todos os alunos devem apreender.

- Ser usuário não é crime: usar na escola é proibido;
- Vender (?????) é crime;
- Novos estilos de vida ou diversidade

Consequências que enfrentamos atualmente:

Explosão de violência desprovida de qualquer conteúdo:

- Só conhecem a força (...) e são solidários com os mais fortes;
- A consciência coletiva é que estamos vivendo os últimos dias;
- Sustentados pelo grito de “ Não sei o que está acontecendo, só sei que para mim chega? Isto não pode continuar! Isso tem de acabar!

Porque as pessoas se recusam a entender ou se envolver com situações complexas?

Segundo ZIZEK, ao se recusarem envolvimento, dão origem a convicção de que tem de haver algum responsável pela bagunça.

Na recusa envolve-se um gesto de transferência (inversão) ou seja, recusamos falar o que sabemos.

Zizek fala de duas políticas para atuação nesse caso:

a) Política emancipatória: impõe sua visão e faz cumprir-se;

b) Política populista: é reativa ao intruso que o perturba, mas tem medo.

Imaginação e Inspiração

União da qualidade com os objetivos finais de um produto

Estratégia Starbucks

*Lema: Transformar o ordinário em extraordinário.

Qual é o segredo?

- Foram movidos pela paixão. Pois os lideres incutiram nos funcionários, também chamados de parceiros, a missão da empresa e os princípios que os norteiam.

Princípios da Starbucks

# Oferecer um ótimo ambiente de trabalho e tratar uns aos outros com respeito e dignidade;

# Apoiar a diversidade como um componente essencial da maneira como fazemos negócios;

#Aplicar os mais altos padrões de excelência no produto;

# Gerar clientes entusiasmados e satisfeitos o tempo todo;

# Contribuir positivamente para nossas comunidades e nosso meio ambiente;

O que você acha disso?

# Você está satisfeito onde trabalha?

# Recebe treinamentos periodicamente?

# Conhece a missão, visão e valores de sua empresa?
# Trabalha a responsabilidade social?

“A oposição é uma valiosa ferramenta de desenvolvimento”

A capacidade de agir positivamente sobre qualquer critica é uma habilidade essencial de liderança.

Uma boa comunicação interna, motivação dos parceiros, transparência, identificação das Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, tanto da empresa quanto dos concorrentes, são pontos a serem percebidos para empresas e pessoas que estão em busca do
SUCESSO

Veja o vídeo da Starburcks
http://www.youtube.com/watch?v=uGq5Cgh34CM&feature=related

Livros
http://www.ebookcult.com.br/?acao=buscar.livro