Pesquisar este blog

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Noite de autógrafos com o autor do livro Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferentes em Botucatu SP



















Aconteceu ontem, 17/12, no Centro Cultural, na Sala Prof. Raymundo Marcolino da Luz Cintra, a noite de autógrafos do autor Joaquim Luiz Nogueira.

O autor recebeu amigos, professores, representantes da mídia local (rádio municipalista) para apresentar seu primeiro livro “Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferentes”.

A cerimônia foi coordenada pelo Sr. Figueiroa (segunda foto à esquerda), que convidou para compor a mesa: Prof.ª Rosangela Rosa (Coordenadora da EE João Baptista M. Martins – Santo André SP) e Prof.ª Maria de Fátima Rossi Fogaça (Vice-diretora da EE José Pedretti Neto). Ambas deram um depoimento sobre o autor e sua contribuição para a Educação nas duas escolas. Em seguida, o autor falou um pouco sobre sua obra e quais suas motivações para colocá-la no papel, pois o conteúdo já era utilizado pelo autor para ministrar um curso aos alunos voluntários da EE João Baptista M. Martins, sendo que eles, os alunos, sugeriram que o curso se transformasse em livro, desta forma partilharia essas idéias com mais pessoas.

Depois dessa conversa inicial o autor atendeu a todos que queriam comprar o livro e autografar.

Esse evento só foi possível pela incansável colaboração da Prof.ª Maria de Fátima, que organizou toda a infra-estrutura, como também pela Prof.ª Clarice que sem empenhou muitíssimo pelo agendamento junto ao Centro Cultural e auxiliou na organização. Nosso agradecimento sincero!

Agradecemos também à Equipe do Centro Cultural, representados pelo Sr. Figueiroa, que tão eficientemente conduziu os trabalhos da noite.

Agradecimento muito especial ao Sr. José Maria Leonel (Programa A Marreta da Rádio Municipalista).

“Saiba como obter sucesso em contextos sociais diferentes”

http://www.editorabarauna.com.br/index.php?apg=cat&npr=133



domingo, 13 de dezembro de 2009

Ser Professor exige reflexão




Trabalhamos com classes que podemos definir como mosaicos de origens muito diversas de alunos. Cada estudante pertence a lugares e condições ambientais próximas, porém, diferentes em históricos de vida.

Se a escola oferece exemplos de violência em seu interior e no entorno, boa parte dos alunos já está adaptada a sobreviver nessas condições. Eles sabem que se quiserem viver, precisam vencer as barreiras e se adaptarem às condições hostis do ambiente.

Os alunos criam resistência a professores que não reconhecem suas virtudes, aquelas que são essenciais para sobrevivência em seus meios. O comportamento criticado pela escola é de grande importância para o seu grupo, pois ele aprendeu tais estilos, gestos e palavras para se destacar em outros lugares.

Alguns alunos foram treinados por seus meios culturais para serem fortes e não demonstrarem medo diante dos inimigos. Assim, enfrentam situações extremas, conflitos e agressões, mas, momentos depois estão sorrindo novamente, pois não permitem que outros transformem suas formas de existência.
Desse modo, ao longo da história evolutiva das sociedades, foram essas características de resistência que não permitiram que ditadores e defensores de verdades supremas continuassem a explorar grandes massas populacionais.

Portanto, é necessário repensar a escola e a profissão antes de ficar separando os alunos em aprovados e retidos. Os reprovados pela escola também podem chegar ao sucesso de outras maneiras.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Câmeras nas salas de aula como solução de problemas?

As vezes não conhecer o que os filhos fazem quando estão na escola é uma boa estratégia para criticar o baixo desempenho escolar das crianças.

Joaquim Luiz Nogueira

domingo, 22 de novembro de 2009

Novidade – Em 2010 meu novo livro será lançado

Joaquim Luiz Nogueira

Veja o título ainda provisório:

“Saiba como as experiências vividas, imaginadas e sonhadas podem favorecer o sucesso profissional”

Capítulos que estão em fase de revisão:

1- Descoberta e superação de si mesmo;

2- Como surpreender e inovar em nossas ações;

3- Passagens para felicidade;
4- Edificações imaginárias e suas concretizações;

5- As fontes mágicas;

6- Assimilações motivadoras de nosso cotidiano;

7- Produções de mecanismos favoráveis em nossa trajetória;

8- O papel das fantasias em nossas ações;

9- Preferências que apontam caminho;

10- Nossa posição diante dos acontecimentos e as oportunidades;

11 - O encontro que nos faz transcender;

12- Releituras e orientações de nossa própria trajetória;

13- Pistas para a construção da felicidade;

14- Êxitos pessoais, ambientes e representações;

15- O conhecimento de nós mesmos;

16- O vôo imaginário.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A pedagogia do sabiá laranjeira 2




Joaquim Luiz Nogueira

Olá amigos! Vocês já me conhecem desde que resolvi escolher uma escola pública para fazer o meu ninho no mês de outubro de 2009. Essa é a segunda geração, nasceram em novembro e dessa vez são três. Já sei, querem saber o segredo do sucesso?

Nós, os sabiás-laranjeira, conhecemos as maneiras de educar os nossos filhos e vamos adiantar alguns exemplos:

_ Primeiro, não conhecemos a preguiça, enquanto existe luz estamos trabalhando.
_ O valor do trabalho é a primeira coisa que ensinamos a nossos filhotes, assim que abrem os olhos são capazes de aprender com o exemplo dos pais;

_ Ensinamos que eles não devem sair do ninho até que conheçam como sobreviver no mundo longe dos pais.

_ Cada fruto que trazemos para alimentá-los deve representar o quanto é importante os pais na vida dos filhos.

_ Nós, os laranjeiras, não deixamos nossos filhotes para os outros alimentarem, pois a responsabilidade é nossa.

_ Sabemos que o ninho deve ser um lugar higiênico e estamos sempre recolhendo o lixo para que nossos filhotes aprendam a viver em lugares limpos.

_ Também aprendemos logo cedo que uma boa educação começa no ninho, isto é, com um ambiente de bons exemplos dos pais.

_ Na sociedade dos laranjeiras o sucesso está nas escolhas que praticamos todos os dias e saber como agir depende do que aprendemos com os nossos pais.

_ Meus amigos, como estão vendo na imagem acima, meus filhos ainda estão pequenos e vou deixar a nossa conversa para um outro dia, pois a prioridade deve ser os meus laranjeirinhas e eles estão famintos!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O gestor que faz a diferença
















Joaquim Luiz Nogueira

Podemos começar essa discussão com o seguinte pensamento:
“As vezes eu me oriento pelo andar de um pequeno rato, que ao caminhar, coloca o seu focinho para direita, depois para esquerda e segue em linha reta”
a) Pensar em qualidade de ensino significa também refletir sobre:
- o aluno que temos na escola (relações culturais e socioeconômicas);
- a família por trás dos alunos (estrutura socioeconômica e perfil comportamental);
- a situação do prédio escolar (ambiente de aprendizagem);
- condições de segurança escolar (ambiente de aprendizagem);
- salário dos trabalhadores em educação (motivação e entusiasmo);
- a formação dos trabalhadores em educação ( metas e resultados);
b) Algumas visões de qualidade na escola para refletir:
- melhoria da relação humana na escola (respeito ao semelhante);
- como se dá o acolhimento dos alunos e da comunidade no ambiente escolar;
- como é a participação dos envolvidos no processo de educação dos alunos;
- como é capacitado os trabalhadores escolares responsáveis pela educação na escola;
- como os envolvidos no processo educacional são capacitados para resolução dos problemas da escola;
- como cada um está investindo para melhorar na conclusão de suas tarefas diárias;
- escola e comunidade estão melhorando juntas;
- a melhoria do desempenho escolar será conseqüência de todos os itens anteriores.
c) Buscar qualidade com o pé na realidade da escola significa:
- saber o que a comunidade pensa sobre a escola em todos os seus segmentos;
- transformar em gráficos os pontos positivos e negativos levantados pela comunidade escolar;
- levantar os principais problemas de sala de aula que foram registrados pelos professores durante o ano letivo;
- levantar os principais problemas que dificultaram a obtenção de melhores resultados do desempenho final dos alunos;
- se preciso, rever a proposta pedagógica e o projeto político pedagógico da escola;
- estabelecer pontos chaves para ser desenvolvido no próximo ano letivo;
d) Pisar, constatar, avançar - rumos e resultados:
- saber o temos em nossas mãos;
- dialogar com o território em que estamos trabalhando;
- verificar a diferença entre a escola ideal e a realidade presente;
- estabelecer passos a ser dados em curto, médio e longo prazo;
- lembrar que os resultados são orientadores da proposta pedagógica;
- os rumos da escola depende da qualidade dos seus resultados;
- a produção escolar resulta no sentido da escola para a sua comunidade.

Saiba mais sobre o autor

domingo, 1 de novembro de 2009

Como trabalhar com alunos problemáticos?

















Joaquim Luiz Nogueira

Aqui exemplificamos alguns perfis encontrado em sala de aula pelos professores(as):

a) Camaleão; esse é o aluno que na presença dos pais, do diretor ou de seus responsáveis ele se transforma, não usa de agressividade, nem palavrões. Mostra-se educado e interessado nos estudos, mas de volta na classe, começa tudo novamente.

b) Zumbi ou distraído; sua cabeça está sempre em outro lugar, ou seja, só o corpo é que parece estar na sala de aula. Tudo que o professor fala, parece distante para ele, mas tem facilidade para participar de bagunça na sala de aula.

c) Galo; geralmente ele passa a maior parte da aula preocupado com o cabelo em forma de crista. Adora sair da sala, ficar na janela e andar nos corredores. Não termina as atividades e costuma ser agressivo quando questionado.

d) Caverna; está sempre disposto para briga, seja com o professor (a) ou com colegas. Chega sempre na classe com mal humor, chuta as cadeiras para sentar, joga o seu material com raiva na carteira. Usa camisetas regatas para demonstrar os músculos ou tatuagens e só participa das aulas quando está próximo de uma garota bonita.

e) Alegre; divertir é sua meta, principalmente quando a classe está concentrada e em silêncio. Ele costuma rir de qualquer coisa: do professor, dos colegas e dos funcionários. Nunca termina nenhuma lição ou atividade em sala de aula.

f) Mutante; especialista em provocar tumulto na classe e jogar bolinhas de papel nos colegas, mas se transforma em aluno aplicado assim que o professor(a) tenta identificá-lo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A Pedagogia do sabiá laranjeira



















Joaquim Luiz Nogueira

Porque um casal de sabiá laranjeira, em um espaço urbano, escolheu entre tantas casas, prédios, igrejas, árvores, bosques e outros, uma escola pública para gerar sua futura família?

Essa questão é pedagógica, pois se observarmos do ponto de vista do pássaro, o prédio escolar é ocupado em três períodos: manhã, tarde e noite e no mês de outubro, também aos sábados. Nesse sentido, o fator decisivo seria a produção de resultados a curto prazo, já que poderia aproveitar o turno da noite iluminado para cumprir sua meta na construção do ninho.

Por outro lado, pensou o casal de pássaros, "quando nos afastarmos do ninho para nos alimentarmos, a escola oferece toda segurança que precisamos". "Nesse espaço há um ser humano que todos chamam de diretor, que tudo indica deve ganhar bem, já que se fala muito sobre ele na escola," argumentou a sabiá fêmea.

Logo em seguida, o sabiá macho acrescentou de forma rápida: "Meu amor! Não se esqueça daqueles seres humanos que conseguem cuidar de 40 crianças por várias horas em espaços fechados com paredes e portas. Ufa! Também devem ganhar bem."

"É isso, estamos investindo no lugar certo," afirmou a mãe pássaro. "Aqui, todos parecem estar com a cabeça cheia de afazeres, é claro, as crianças concentradas nos estudos e os professores só passam por esse corredor de forma apressada, pois, diferente de nós, cuidam de crianças em vários lugares."

Assim, o ninho foi construído e os ovos foram chocados por dias, até que dois filhotes nasceram. O crescimento foi rápido com uma alimentação em três turnos e com satisfação a sabiá fêmea disse ao seu parceiro:
_ Veja como nossos filhos são espertos e não têm medo de nada?
Seu companheiro acrescentou com orgulho:
_ Eles são frutos da escola pública.